Aqui são edições, selecionadas pela owner/fundadora do grupo Amor em Palavras em 30 de março de 2004,também pode haver edições de grupos amigos.

domingo, 5 de abril de 2009

Conversando com uma amiga...

by Catherine Roos.
Nascemos para morrer!
Não tem jeito!
E por nossos caminhos,
vamos aprendendo coisas,
as vezes ensinamos...
Vamos ganhando...
Vamos perdendo...
E é nas perdas, que ganhamos!
Ganhamos não só a dor da perda,
Mas, ganhamos também
em nosso crescimento, como ser humano,
E assim, vamos nos reavaliando,
Vamos nos reeducando...
E vamos somando experiência de vida...
E quando achamos, que já sabemos tudo...
Lá vem a vida...a vida...nossa faculdade eterna...
E a vida nos mostra,
que ainda temos muito o que aprender
E com certeza ainda vamos muito sofrer...
Como também é fato,
que vamos ainda, sermos muito felizes!
Claro que seremos muito felizes!
Nós temos a obrigação de sermos felizes!
Então se veio a dor...se veio a perda...
Chore, se tiver vontade, fale, grite!
Ou ainda se fôr de sua vontade, se cale...
Emudeça...mas...não se maltrate!
Você ainda está viva!
Você ainda tem algo para viver!
A dor é inevitável, sim...
Mas, não se deixe dominar por ela...
É você quem deve dominar a dor!
Você tem que continuar guerreira, forte!
Nascemos para morrer...
Tudo bem...
Ahhh! não é por isso que o mundo acaba...
E depois...o que nos espera do outro lado?!
Quem sabe a gente, morre aqui
E renasce lá...do outro lado...
Quem sabe,
vamos aplicar tudo o que aprendemos aqui...
Quem sabe seremos mais felizes
e faremos as pessoas mais felizes...
Quem sabe...
Vamos procurar ver as coisas da melhor maneira...
Claro que não se pode ser excessivamente otimista,
Mas, sejamos bons para nós mesmos...
Porque se não formos assim...
Como o seremos para com o semelhante...
Eu tento...juro que tento...
Desabafe, chore, ria, diga o que tiver vontade...
E depois...continue se amando...
Porque você...só você sabe, o quanto você é importante,
e o quanto, quantos precisam de você!
E você é importante nesse mundão de MEU DEUS!
E sempre lembre-se de que com certeza ALGO SUPERIOR existe,
E que ELE sabe o porque de tudo...
E aqui desse lado de cá, você tem essa criatura ( que sou eu ),
sempre a disposição...
Olha...só mais uma coisinha:
__Não se esqueça de mim...
eu não esqueço de você...
Sua amiga hoje sempre,
Catherine Roos.
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Informação importante!

Água e envelhecimento - enviada by Mamy Muniz


Sempre que dou aula de Clínica Médica
a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:
"Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?"
Alguns arriscam: "Tumor na cabeça:".
Eu digo: "Não".Outros apostam: "Mal de Alzheimer".
Respondo, novamente: "Não".
A cada negativa a turma espanta-se.

E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os responsáveis mais comuns:
diabetes descontrolado; infecção urinária;
a família passou um dia inteiro no shopping,
enquanto os idosos ficaram em casa. Parece brincadeira, mas não é.
Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos.
Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam se com rapidez.
A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo.
Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial,
aumento dos batimentos cardíacos ("batedeira"),

angina (dor no peito), coma e até morte.
Insisto: não é brincadeira.Ao nascermos,
90% do nosso corpo é constituído de água.
Na adolescência, isso cai para 70%. Na fase adulta, para 60%.
Na terceira idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água.

Isso faz parte do processo natural de envelhecimento.
Portanto, de saída, os idosos têm menor reserva hídrica.
Mas há outro complicador:
mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água,
pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.

Explico: nós temos sensores de água em várias partes do organismo.
São eles que verificam a adequação do nível.
Quando ele cai, aciona-se automaticamente um "alarme".
Pouca água significa menor quantidade de sangue, de oxigênio
e de sais minerais em nossas artérias e veias.
Por isso, o corpo "pede" água. A informação é passada ao cérebro,
a gente sente sede e sai em busca de líquidos.

Nos idosos, porém, esses mecanismos são menos eficientes.
A detecção de falta de água corporal e a percepção da sede ficam prejudicadas.
Alguns, ainda, devido a certas doenças, como a dolorosa artrose,
evitam movimentar-se até para ir tomar água.
Conclusão: Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem
reserva hídrica menor, mas também porque percebem
menos a falta de água em seu corpo.
Além disso, para a desidratação ser grave, eles não precisam de grandes perdas,
como diarréias, vômitos ou exposição intensa ao sol.
asta o dia estar quente - e o verão já está aí - ou a umidade do ar baixar muito -
Como tem sido comum nos últimos meses.
Nessas situações, perde-se mais água pela respiração e pelo suor.
Se não houver reposição adequada, é desidratação na certa.
Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas
e funções de todo o seu organismo. Por isso, aqui vão dois alertas.

O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos.
Bebam toda vez que houver uma oportunidade.
Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite.
Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão,
melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam.
O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro.

Lembrem-se disso! Meu segundo alerta é para os familiares:
ofereçam constantemente líquidos aos idosos.

Lembrem-lhes de que isso é vital. Ao mesmo tempo, fiquem atentos.
Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro,
ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção.
É quase certo que esses sintomas sejam decorrentes de desidratação.
Líquido neles e rápido para um serviço médico.


Arnaldo Lichtenstein (46) Médico,
é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento
de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
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UM POEMA AO ACASO

Rui Pais
Rascunhei um pequeno poema

Uma dúvida turvou-me a razão…


Foram instantes em que o tema


Não tinha ainda uma definição!



Fui colocando os versos a rimar


Enquanto flutuava meu pensar…


Vi nessa noite uma estrela a luzir


Indicou-me o rumo certo a seguir!



Irrompeu como um longínquo farol


Com flashes de luz nessa escuridão…


Ao amanhecer eu seguia a luz do Sol


E voltava a aportar em solo cristão!



Rui Pais


01/11/2004

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NÃO SEI

Rui Pais

Não sei se fui eu que me afastei de ti assim…
Se foi uma deliberação tomada entre os lençóis.
Não sei se foste tu que ao afastares-te de mim
Apagaste essa chama que existia entre os dois.

Não sei se foi uma separação consensual…
Se foi meu alheamento de tudo duma só vez
Por me sentir um tanto confuso, fora do real…
Ou se apenas me surgiu num pesadelo, talvez!

Rui Pais
30/09/2007

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sábado, 4 de abril de 2009

Quero sair de fininho...

Rivkah Cohen
Entrega-se
em tons divinos,
entrega-se
em tons pagãos,
fica-se feliz igual menino,
vira-se um grande coração..

Aos poucos
se vê morrendo
e como louco,
não nos atemos
que o amor
é mão e contra-mão.

Hoje,
só de olhar, está ferindo.
Hoje,
por desmembrar, está doendo.
Quero sair de fininho
para não chamar atenção..
rivkahcohen
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INFLUÊNCIA

Wilson de Oliveira Carvalho
Se tivesse conhecimento
sobre o poder da influência
que exercias em minha vida,
não teria partido.

Não teria me esquecido
com tudo aquilo que tinha pra te dar,
coisas simples, mas sabe,
sou capaz de garantir que teria gostado.

Uma flor que colhi em um jardim,
este teria sido um dos presentes,
como um poema de um poeta de renome,
só porque em dado momento,
ele escreveu: "o amor grita dentro de mim"

Agora, aqui estou eu com o que
é teu, principalmente com
um coração fragmentado
pelas garras do abandono.

E ... não sei o que faço
se nada mais acho!!
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Você pensa que me engana

(Sávio Assad)

Com essa cara lavada, me querendo,
me chamando e eu finjo me de morto.

Com esse olhar traiçoeiro, me atraindo
me puxando para perto e eu me finjo de morto.

Com essas mãos macias, me alisando,
me acariciando e eu me finjo de morto.

Com esse corpo de loucura, me deixando louco,
me conquistando e eu me finjo de morto.

Com essa voz sedutora, falando baixinho,
me levando a completa loucura.

Realmente não dá mais, acordei, te agarrei
em meus braços, passei a língua na sua língua.

Me tornei totalmente seu e gostei, gostei do gosto
de sua boca, dos dedos em meus corpo.

Da voz, agora entrecortada e sussurrante,
me envolvendo, me hipnotizando.

Do corpo, entre meu corpo, do sabor salgado
de seu suor e dos gritos de êxtase.

Niterói - RJ - 04/04/2009

http://recantodasletras.uol.com.br/poesias/1522099
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