Aqui são edições, selecionadas pela owner/fundadora do grupo Amor em Palavras em 30 de março de 2004,também pode haver edições de grupos amigos.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Eu by Eu



Aonde estou, quando não estou contigo?!

Sózinha, me perco, nem mesmo sei se sou eu mesma...

Catherine Roos.

ÁFRICA IV - (Yemanjá)


(Sávio Assad)

Senhora dos olhos de pérolas, que
me acolheu ao nascer do ventre de
minha mãe e me cuidou na adolescência.

Senhora das profundezas dos oceanos,
onde guarda os corpos de mil afogados,
resguardados pelo seu mistério e segredo.

Dona do canto e dos encantos dos
pescadores, onde sua voz soa, como
magia e os atrai, lindamente.

Suas águas mágicas lavam meu corpo
e leva para as profundezas os males, as
mazelas e as minhas tristezas.

Senhora, ora guerreira, ora doçura.
Poderosa com seus cardumes a espreitar,
a passear, a bailar no fundo do mar.

Olhe para o meu rosto e me veja a mim,
retrato de seus olhos de perolas, retrato
de sentimentos puros e de mil amores.
Asè


http://recantodasletras.uol.com.br/homenagens/1299129
texto e imagem enviados ao Grupo Amor em Palavras ( Yahoo), em fevereiro/2009 by Sávio Assad
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Se.. by Rivkah Cohen


Se não houver o amanhã,
minha alma olhará para o ontem,
agradecendo, porque terminou!
Deixarei em qualquer lugar as armas
e não querendo saber onde
mais ferindo, me magoou.

Se não chegar o amanhã,
me lembrarei dos amigos,
dos que meu coração tocou,
dos que à minha vida
sintonizando, se enlaçou..

Se não tiver o amanhã,
não ficarei mais triste
com o que alguém me contou.
Preferindo dar lugar às intrigas,
não me leu, não me escutou..

Se me faltar o amanhã,
não precisarei acreditar no sonho
que em alguma estrada se dissipou
e este coração bisonho
tanto foi atrás, pois acreditou.

Se não houver o amanhã
é porque minha estada
tal qual a noite, as tristes madrugas
também se esvaiu, terminou..
rivkahcohen

texto enviado por Riv ao Grupo Amor em Palavras (Yahoo) em fevereiro/2009
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domingo, 1 de fevereiro de 2009

A IMPORTÂNCIA DA AMIZADE

“A amizade verdadeira nos conduz a uma comunhão com o Superior”
José Luiz Condotta

Nos dias atuais a palavra amizade é usada indiscriminadamente para alguma coisa que não é verdadeira; por isto está tão vulgar e desacreditada. Usam-se para conceituar as simples relações encontradas entre os “amigos”: camaradas de café, conhecidos de trabalho, de escola, interesseiros etc. Não podemos confundir tudo isto como a amizade verdadeira, fiel, aquela dos amigos-da-alma.

Portanto temos que ter em mente as nossas associações e dar diversos graus à amizade: colegas, conhecidos, vizinhos etc. Não confundir o amigo verdadeiro com aquele que simula amizade.

O que é amizade?

Amizade é a comunicabilidade mútua, leal e sincera. É a relação harmoniosa, criadora, desinteressada com o outro, que desenvolve o ser humano dando-lhe novas dimensões , sentido através da criatura o criador. Exige amor, compreensão de todo o passado, presente e futuro que se encontra no íntimo dos homens. Impulsiona o homem a transcender-se, retira-o do seu isolamento, do vazio interior e da solidão. É uma necessidade superior e espontânea, é o alimento da via afetiva. Deve ser expansiva, irradiante, comunicativa, mobilizando o "eu" para tornar-se produtiva e criativa. Seu ponto fundamental é a de alcançar a realização do outro, por isto exige a solidariedade, caridade e muita compreensão. É centralizada no bem, em um amor generoso, verdadeiro, incondicional e universal. Por tudo isto, a sua falta pode ocasionar muitos conflitos psicológicos e emocionais, onde uma das queixas
é o sentimento de solidão, desamparo, desesperança e vazio.
Devemos saber que, quando a amizade é verdadeira, ela nunca se acaba, como bem diz o provérbio: “a amizade que acaba, nunca foi amizade”.

A importância da amizade

Como somos seres sociais, reencarnantes, desde a vida intra-uterina estamos interagindo com o nosso semelhante, processo natural da nossa condição, dádiva divina para o nosso progresso, para colocarmos em cheque as nossas imperfeições e aptidões.
Observemos a questão 766 de “O Livro dos Espíritos” de Kardec: “A vida social está em a natureza? Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Não lhe deu inutilmente a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação”. Na questão 768: “Procurando a sociedade, não fará o homem mais do que obedecer a um sentimento pessoal, ou há nesse sentimento algum providencial objetivo de ordem geral?
O homem tem que progredir; insulado, não lhe é possível. Homem nenhum possui faculdades completas. Mediante a união social é que elas umas às outras se completam, para lhe assegurarem o bem-estar e o progresso. Por isso é que, precisando uns dos outros, os homens foram feitos para viver em sociedade e não insulados”.
Refletindo as palavras de Kardec, percebemos que ele fala da verdadeira amizade, quando esclarece que somos sociais e que os homens precisam um dos outros, que aprendem com os semelhantes e que essa relação é importante para o desenvolvimento pessoal e espiritual. Não podemos esqueder que espíritos amigos são colocados em nossos caminhos para ajudar-nos nas tarefas evolutivas.

A amizade deve começar dentro do lar. Ensina-nos a resposta da questão 774 do LE de Kardec: “Há no homem alguma coisa mais, além das necessidades físicas: há a necessidade de progredir. Os laços sociais são necessários ao progresso e os de família mais apertados tornam os primeiros. Eis porque os segundos constituem uma lei da natureza. Quis Deus que, por essa forma, os homens aprendessem a se amar como irmãos”.
Ainda na questão 775: “Qual seria, para a sociedade, o resultado do relaxamento dos laços de família? Como resposta, temos: Uma recrudescência do egoísmo”.

Na família, geralmente, estão as pessoas que realmente se amam de forma incondicional e, muitas vezes, quando observamos conflitos e adversidades é porque um ou mais membros se perderam em algum ponto da sua evolução. Lembremos que quem mais amamos muitas vezes é quem mais nos fere profundamente, pois entregamos a ele a chave do nosso coração.

Nos transtornos emocionais a falta da amizade assume uma importância capital, pois nas histórias dos pacientes ela quase sempre está presente. São queixas claras de convívios doentios, falta de compreensão de filhos, disputas entre irmãos e familiares, pais competindo com os filhos, ambientes de trabalho com péssima interação entre as pessoas e perseguições, traições de amigos e parentes, impedindo a verdadeira amizade, ocasionando frustrações, decepções, impondo sentimentos negativos que com o tempo se cronificam e geram os distúrbios emocionais, principalmente os quadros depressivos e ansiosos.

Onde estão os obstáculos?

Reencarnamos e na escala evolutiva é comum querermos conviver com um amigo, fortalecendo os laços da amizade e repudiarmos a presença de um inimigo. Nada acontece por acaso. Se estivermos entre amigos, é porque temos que praticar as boas qualidades da nossa alma e, se entre inimigos, é para sentirmos as nossas deficiências, corrigi-las, se possível, para evoluirmos. É a oportunidade para exercitarmos na prática o perdão àqueles que nos magoaram e nos feriram.

Muitas barreiras que dificultam o relacionamento humano são derivadas do egoísmo e do orgulho. A incapacidade de adaptação é também um impedimento, a pessoa se sente desligada do âmbito social, refugiando-se na fuga, na reclusão.
Kardec no LE, questão 769: “Que se deve pensar dos que vivem em absoluta reclusão, fugindo do pernicioso contato do mundo? Duplo egoísmo é a resposta, porque se esquece da lei do amor e caridade e podem facultar ocasiões para fazer o bem”.

Muitos se afastam da amizade por dificuldade em dedicar-se a alguém, vivendo em função de si, numa fixação egocêntrica, onde busca tudo para si, pensa só em si, produzindo antipatias gratuitas e preocupações doentias. Outras demonstram a incapacidade de doação, fixando-se na fase captativa, reclamadora e exigente. Devido suas fixações não conseguem chegar a um amadurecimento psicológico e espoiritual, criam uma falsa realidade que os levam a desilusões, frustrações e fracassos, gênese de muitos distúrbios emocionais.

Como corrigir estas dificuldades?

O homem conduz a sua vida utilizando suas habilidades intelectuais, sua vontade, seu afeto para comunicar-se e age com a sua maturidade espiritual. Este equilíbrio dá-lhe a condição de adulto; portanto suas atitudes devem corresoponder a esta dimensão. Para superar dificuldades em comunicar-se amistosamente com os demais, fica claro que esse equilíbrio
(intelecto, afetivo e espiritual) deve estar presente. O respeito pelo limite alheio também é necessário, bem como estabelecer o seu, pois você não sabe muitas vezes precisá-lo.

Duas pessoas, diante da inimizade, quem deve dar o primeiro passo para acabar com a discórdia? Se nenhuma, ambas ainda não estão em condições evolutivas para se compreenderem. Devem pensar em se reformarem para adquirirem esta condição. Uma das duas tomando a iniciativa é porque já se adiantou na escala reformadora; está mais adulta, mais corajosa, mais equilibrada, importando-se mais com o seu próximo e com os ensinamentos de Deus.

O benefício da amizade

A amizade verdadeira nos conduz a uma comunhão com o Superior; ela é cheia de amor aos pais, parentes, amigos, vizinhos, sendo estes amores lícitos e honestos que fazem o nosso progresso. Ela ensina, transforma e renova.

Sentindo o progresso, podemos sentir também a paz, essa sensação maravilhosa que nos enche de coragem, amor e esperança para que todos nós tenhamos uma vida saudável. Podemos ter a certeza que a amizade verdadeira nos conduz a tudo isto.
Bibliografia:
1. O Livro dos Espíritos, Allan Kardec.
2. Amor em profundidade. E.González – Ruiz e J.Legaud.
3. Fundamentos da Reforma ìntima. Abel Glaser – pelo espírito Caibar Schutel.

O autor é Médico Psiquiatra e Terapeuta da Regressão. Participa de atividades espíritas em Sorocaba e colabora no Centro de Difusão de Estudos da Consciência de São Paulo. Publicado na Revista Internacional de Espiritismo, setembro de 2008.

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Conheça os poderes dos incensos

A origem do incenso é tão antiga quanto a história da humanidade. Os antigos, ao fazerem as suas fogueiras perceberam que a fumaça subia ao céu e como acreditavam que os deuses também moravam no céu, pensaram que seria um bom modo de agradar os deuses.E com a intenção de agradar a esses deuses, começaram a queimar em suas cerimônias, ervas aromáticas, madeiras, o que tivese um odor agradável, e dessa forma provavelmente foi feito o primeiro incenso. A origem da palavra "perfume" deriva do latim "Per" (através) e "fumus" (fumo) - indicando claramente que foi, a princípio, exalado por resinas queimadas no incenso. Foi utilizado por todas as culturas conhecidas.

Além de deixar o ambiente com um aroma agradável, o que propícia uma disposição mais harmônica e alegre nas pessoas, o perfume também possui qualidades anti-sépticas e bactericidas. Acender um incenso é um convite ao relaxamento, uma pausa bem-vinda à agitação da vida. Além de perfumar, ajudam a purificar e harmonizar os ambientes.

Era uso antigo espalhar resina e ervas aromáticas sobre carvões acesos para purificar o ar e afastar o perigo de infecções. Num primeiro momento, a fumaça tinha um valor catártico (de purificação, de relaxamento) e também apotropaico (o de afastar ou destruir as influências maléficas provenientes de pessoas, coisas, animais, acontecimentos) .
O uso desta resina perfumada não era exclusivo do culto religioso.
O incenso não era queimado somente nos templos, mas também nas casas; as incensações exalavam perfume e, ao mesmo tempo, tinham um fim higiênico.

O incenso foi sempre considerado como algo muito precioso. Era utilizado em todas as cerimônias e funções propiciatórias, sobretudo queimado diante de imagens divinas nos ritos religiosos de muitos povos e, ao se sublimarem as concepções religiosas, as espirais de incenso, em quase todos os cultos, converteram- se em símbolo da oração do homem que sobe até Deus. Desde tempos imemoriais, perfumes e o incenso têm sido usados em festas religiosas de coroação de druidesas com verbena e outras ervas sagradas, ungindo os sacerdotes com óleo sagrado perfumado e estimulando a criação de uma atmosfera devocional nos santuários. Sabia-se que os óleos usados nas pessoas ajudavam ao indivíduo, e que o incenso quando queimado tinha o poder de atrair anjos ou reservas beneficentes da natureza. Além disso, possuía o poder de repelir espíritos malignos.

Conseqüentemente, os antigos, em sua sabedoria, fizeram dele uso abundante nos seus rituais - tanto para atrair boas influências, quanto para exorcizar as más. A história revela uma relação perpétua entre o incenso e as observâncias religiosas de todas as épocasFelizmente, alguns dos papiros de uma das mais antigas civilizações - o Egito - sobreviveram aos séculos e elucidaram muitas das práticas espirituais e rituais religiosos daqueles tempos. O incenso era aparentemente uma parte vital dos seus rituais e era preparado com o máximo cuidado e precisão e foi do Egito que, pela primeira vez, nos chegou a ciência do incensamento.

O incenso sacro egípcio, chamado "khyphi", era feito de uma fórmula especial. Preces e encantamentos eram utilizados durante a mistura dos ingredientes para impregnar o material com os poderosos pensamentos dos sacerdotes, sendo uma tarefa de particular importância - os sacerdotes escolhidos para cultivar as árvores e plantas sagradas (das quais se fazia o incenso) viviam uma vida de pureza e austeridade para cumprir sua, tarefa espiritual com perfeição. Seu cuidado, carinho e reverência eram imensos, pois acreditavam que as plantas vivas se beneficiavam das atenções e radiações dos seres humanos - um fato que hoje está sendo provado por cientistas e botânicos modernos (vide Máquina de Kirlian).

Os árabes por sua vez, extraíram seus conhecimentos sobre os efeitos do incenso, do Antigo Egito e rapidamente desenvolveram o uso de perfumes e óleos em uma arte altamente evoluída até hoje conhecida e cultuada.O uso abundante do incenso na Corte e na Igreja tornou-se um símbolo de poder e riqueza e gradativamente os perfumes tornaram-se conhecidos e utilizados por todas as culturas clássicas da Europa. Hipócrates, Críton e outros médicos-filósofos consideraram os perfumes como uma ajuda vital nas terapias de cura e classificaram- nos como medicamentos, receitando-os para tratamento, especificamente nos casos de problemas nervosos de vários tipos.

A "História Natural" de Plínio cita numerosos perfumes florais para serem usados como remédios naturais. O filósofo grego Theofrasto acreditava que algumas doenças tornavam-se mais agudas pelo uso da inalação de perfumes estranhos à natureza da pessoa, sendo então necessário um perfume equilibrante para a cura. Diz ele que naquela época 200 A.C. - o perfume da rosa foi elaborado mergulhando- se as flores em vinho doce, indicando que havia uma experimentação na arte da destilação e um interesse vital em óleos essenciais.

Os hebreus eram familiarizados com o uso do incenso e óleo de ungimento sacro, que se dizia serem compostos de mirra, canela doce, cálamo, cássia e óleo de oliva. Seu incenso foi introduzido por Ordem Divina "Deveis construir um altar para queimar incenso sobre ele... e Aarão deverá queimar ali incenso todas as manhãs".

Queimar incenso nas rezas permaneceu um costume através dos séculos. Velas perfumadas foram usadas na época de Constantino e sem dúvida, o incenso também, mas não, de modo algum, na Igreja Cristã antes do século IV. Daí então, sua popularidade no ritual da igreja cresceu regularmente até que - aproximadamente no século XVI - óleos aromáticos e resinas foram aceitos como necessários para o uso no incenso, nas igrejas e nas capelas privativas dos soberanos.

O incenso era conhecido e empregado pelo povo das antigas dinastias chinesas para exorcizar maus espíritos de pessoas possuídas por entidades demoníacas - pessoas em dificuldades mentais similares àquelas muitas que se encontram hoje em casas de saúde, clínicas psicoterapêuticas e hospitais.

O incenso era queimado para purificar a atmosfera e livrar o ambiente de qualquer espírito que estivesse assombrando ou perturbando uma casa particular. Além desses propósitos, os chineses eram tão conhecedores quanto os egípcios no seu uso do incenso nas cerimônias religiosas e deliciavam-se com o uso de outras fragrâncias exóticas existentes no Oriente. Parecem ter utilizado como ingredientes de seu incenso, o sândalo, o almíscar (musk) e flores como o jasmim. Sabe-se que Confúcio teria elogiado o incenso e recomendado o seu uso.

O uso do incenso na Índia é encontrado em todos os antigos registros daquele país, e a origem e os propósitos do incensamento foram transmitidos desde os mais remotos tempos do começo da cultura indiana até os nossos dias - ainda hoje é o primeiro pais do mundo na sua produção.

São muito utilizados os incensos feitos com óleos de rosa, jasmim, pandang, champac, patchouli, sândalo, cipreste e outros, cada um criando um efeito distinto para o ritual religioso e para o uso pessoal caseiro. Os astecas usavam incenso nos ritos processionais e em sacrifícios, festivais e festas. Seu deus Quetzalcoatl teria se deliciado com os perfumes aromáticos e incensos onde eles usavam a resina copal, juntamente com uma planta rara, que se supõe induzia nos devotos estados de consciência semelhantes a um transe.

O incenso foi gradualmente incorporado no ritual eclesiástico em todos os lugares, tendo permanecido até os dias de hoje na maioria das igrejas onde antigas cerimônias são ainda celebradas. Aqueles que são sensíveis à atmosfera podem sentir o aumento do poder espiritual trazido até nós com a ajuda do ritual de incensamento.

Os usos rituais, segundo os Ciganos
Madeira: abre caminhos
Rosa: limpeza, boas vibrações
Almíscar: para o amor e romance
Acácia: sucesso nos negócios
Amanda: limpeza do ambiente
Jasmim: para assunto de amor
Lótus: pazAlecrim: limpeza do ar
Benjoim: proteção e sucesso
Ópio: energização de objeto ou ambiente
Patchuli: grandes paixões
Sândalo: viagem astral
Dama-da-noite: encontros amorosos
Mirra: limpeza de rituaisFlor-de-laranja: calmante
Maçã verde: boa saúde, alegria, amorMil-flores: contra inveja
Campestre: estimula intuição e atividade mental
Espiritual: elevação espiritual
Absinto- estimula a imaginação, criatividade e sensualidade
Acácia- rituais mágicos para atrair dinheiro e prosperidade
Alecrim- proteção
Alfazema- relaxar e acalmar a mente, tranqüilidade nos relacionamentos
Almíscar- afrodisíacoAloe Vera- purifica ambientes, estimula sensibilidade e meditação
Âmbar- afrodisíaco
Angélica- conexão com as esferas angelicais
Aniz Estrelado- positividade no material e emocional
Arruda- limpeza, purifica os ambientes
Baunilha- relaxa e tonifica
Benjoim- purifica, atrai energia positiva
Camomila- acalma e relaxa
Canela- tem ação antidepressiva, aumenta a alegria de viver, prosperidade
Capim Limão- atua em pessoas tristes e desanimadas
Cedro do Oriente- atrai prosperidade
Chocolate- restaura a energia
Cravo- estimula energia, prosperidade
Dama da Noite- afrodisíacaErva Cidreira- relaxamento
Erva Doce- tranqüilidade e sensibilidade
Eucalipto- concentração e raciocínio
Flor de Laranjeira- acalma, relaxa
Flor do Campo- traz a harmonia da natureza
Floral- tranqüiliza e relaxaHortelã- antidepressiva
Jasmim- relaxante
Lavanda- relaxa a mente, tranqüilidade nos relacionamentos
Lírio- eleva pensamentos para busca da espiritualidade
Lótus- meditação, conhecimento espiritual
Lua- amor, paz, amplia intuição
Maçã Verde- saúde física
Madressilva- segurança emocional, elimina traumas do passado
Manjericão- proteção espiritual
Mel do Oriente- promove união e adoça as relações
Mirra- prece e oração
Morango- vitalidade e energia
Musk- afrodisíaco
Musgo de Carvalho- regenerador de energias, utilizado em magias
Noz Moscada- atrai dinheiro, aumenta segurança emocional
Opium- sensualidade, êxtase
Patchouli- paz de espírito, meditação e intuiçãoSândalo- meditação e práticas espirituais
Violeta- combate a timidez, insegurança, fortalece a personalidade
Rosa Amarela- sucesso, prazer, riqueza
Rosa Branca- pureza e paz, harmonia
Rosa Buquê- harmonia e bem estar
Rosa Vermelha- amor, paixão, afrodisíaco
(BemZen)

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Estou aqui

Estou Aqui.

(Sávio Assad)

Vem, estou fervendo, meu corpo em ebulição,
Vem, meus olhos em flechas, pulsa no seu coração,
Vem requebrando, mexendo, só no vai e vem,
Vem que o meu coração ta agitado, fervendo!


Chega mais, que estou aqui, pronto para você,
Chega mais, que meu corpo treme em compulsão,
Chega mais, que minha cabeça, rodopia feito pião,
Chega mais, que neste agito, morro de tesão.

Me aperta, que te aperto
e neste aperto,prá e prá cá, balança meu coração,
Me aperta, que choro de emoção,
sacudindo sem temer a explosão.
Me aperta, que estou , já louco de tesão e paixão.


Estou aqui, estas ai, estamos juntos, sacudindo
a emoção de uma vida livre de retenções.
Sendo seu, sendo minha, seremos nós.
Nós entrelaçados em um novelo de amor!

Texto e imagens enviados por Sávio ao grupo Amor em Palavras em 01/02/2009
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SINTONIA



* Paulo Silveira de Ávila *

Quando meus olhos

fitavam olhares

que miravam felizeso universo multiforme

aspirava ao aroma de flores.

Na pele ouriçada sentia

o orvalho que restou

da noite clara que em embalou meus sonhos.

Uma noite como tantas

de êxtase fugaz

no acaso desta vida.

Há uma intensa atividade interior

capaz de transformar o mundo

dentro e fora de mim.

Foi um dia como poucos

na razão de minha vida!

Paulo Avila

Publicado no Recanto das Letras em 07/01/2009Código do texto: T1372690
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