Aqui são edições, selecionadas pela owner/fundadora do grupo Amor em Palavras em 30 de março de 2004,também pode haver edições de grupos amigos.

domingo, 3 de março de 2013


“MULHER”


Mulher de tantas caras
E muitas fases
Das lutas intensas que sempre se agita.
Mulher dos risos
E de muitas lágrimas
Sedenta de amor
E muitas vezes casta.
Mulher que sonha e fantasia
Que limpa, lava, cozinha e passa.
Mulher das mãos tão macia
Suaves em suas caricias
Dos braços abertos
Pronta para fortes abraços.
Mulher minha e tua
Jovem, senhora e menina
Mãe prestimosa que lambe incessantemente a cria
Esposa sempre presente
Exigindo tão pouco e dando tanto ao seu amante.
Calada e falante
Amada-amante.
Mulher da noite e do dia
Que ri diante da dor
E chora de alegria.
Mulher de todas as horas sem ter hora
Exposta, imposta e presente.
Mulher que nunca se cansa
Que alimenta, afaga e cuida
Batalha e labuta
Insiste e não desiste.
Deseja apenas amor
Um carinho que lhe afague
Um “muito obrigado”
Mulher de marcas profundas
Da volta por cima
Que nunca sucumbe
Que ontem era menina
Hoje cresceu e amou
Amanhã deixará que as rugas se aproximem.
Mulher de tantos ritos e raças
Porém, mulher sempre
Um exemplo de vida
Na determinação e raça que nunca se esgota.
Beijo tuas mãos
Amo teu corpo
Sinto teus lábios.
Agradeço os filhos e a companhia
Te coloco em um pedestal e reverencio
É mãe, esposa, amiga e amante
É onde tua se inicia
Trazendo consigo o dom da vida
Quer mais do que isso?!


Marcos Sergio T. Lopes – 07/03/2008





Sou uma simples mulher
Catherine Roos






Sou pequena, sou simples, sou uma simples mulher....
Sou delicada, sou solidária...jamais solitária ( só quando quero )
Falo baixo, falo manso....as vezes me calo...

Mas não mexe comigo!
Quando me calo é problema!
Nem eu sei, o que em seguida irei fazer ou dizer!
Se aumento o tom da voz....hummm...sai de perto!

Ajudo quando posso, mas não me faz boba!
Delicada?!....confesso! menti!
Faço tipo, como quem nada quer!
Pequena?!...na altura ou na largura?!

De tudo....eu sou nada,
De nada...eu sou tudo...
Na verdade....
Sou só uma simples mulher!



sábado, 2 de março de 2013


O poder do salto alto






A maioria dos homens não admite, mas acredite: 
todos nós reparamos em sapato de mulher. Talvez não conscientemente,
é verdade. Mas qualquer ser humano do sexo masculino sabe a diferença 
entre uma havaiana e um salto 15. 
Quer dizer, sabemos a diferença nos efeitos que eles produzem.
Sandálias Havaianas, por exemplo, sugerem uma garota descolada. 
Ou uma faxineira. Depende da atitude de quem usa: pode ser, 
inclusive, que ela seja uma faxineira descolada.
Para mulheres que gostam de usar salto plataforma, 
uma dica: eles são horríveis. 
É melhor assumir que você é baixinha, tipo ‘mignon’, do que passar 
a idéia de que você tem problemas ortopédicos. Há outra opção: 
decore a sua plataforma com caveiras e torça para encontrar um fã 
do Kiss que ache sexy.
Outro dia vi uma pesquisa que comprovou o que eu já sabia: 
homens têm medo de mulheres de salto alto. 
Mas é um medo, digamos, bom (para as mulheres, claro).
A pesquisa mostrava um grupo de homens conversando 
animadamente com mulheres de sapatos baixos; o mesmo grupo 
apenas ouvia quando elas usavam saltos altos. 
Conclusão: salto alto intimida. Salto alto é uma arma – use isso a seu favor.
Uma amiga minha me confidenciou por que as mulheres gostam 
tanto de sapatos: não importa quanto elas engordem, o sapato 
continuará servindo. (É a mesma coisa com as bolsas.) 
Acho isso meio cruel, mas como foi dito por uma mulher…
Mulher de tênis? Eu gosto, mas perco o interesse assim 
que saio da academia. Mulher de tênis à noite? 
Só se for num show de rock. 
Ou num jogo de futebol – contanto que ela não esteja jogando.
Sei que aquele tipo de sandália que as mulheres chamam 
de ‘rasteirinha’ está na moda, mas não entendo por quê. 
Eu acho horrível – e aposto que os outros homens também. 
Daí vocês vão dizer ‘ah, mas é confortável’. 
Eu também acho calças de moletom superconfortáveis 
e nem por isso pretendo usar uma para sair na balada. 
A rasteirinha é a calça de moletom para os pés.
Quer ficar confortável? Fique descalça. 
Sem sapato ou de salto alto, o importante 
é que o homem fique sempre aos seus pés.
fonte: estadão.com.br/blogs


Porque é que as mulheres gostam tanto de sapatos?




Quando coloco esta pergunta às mulheres em geral e resposta imediata e
 de senso comum é única: Gostamos, da mesma forma que os homens 
gostam de carros: para nos afirmarmos.
 Na verdade há uma predisposição natural para homens e mulheres se 
sentirem atraídos por determinados objectos mas no que diz respeito a 
sapatos há um oceano de distância entre os dois sexos.
Desde crianças que as mulheres têm uma atração especial por sapatos.
Que mulher nunca experimentou os enormes sapatos da mãe, enquanto criança?






E porquê? Porque se sentia "mais crescida". 


E com a idade adulta as coisas não mudam assim tanto. 
As mulheres continuam a usar sapatos para se sentirem "mais crescidas" 
seja a nível emocional, amoroso, físico ou simplesmente "mais poderosas".
Até a algumas décadas atrás este poder estava restrito a certas elites 
de mulheres como as actrizes milionárias, acontece que hoje em dia este 
objecto, até então visto como um objecto de luxo ou de pura necessidade, 
passou a fazer parte do quotidiano de qualquer mulher anónima e 
passou a ter uma nova designação: objecto de desejo. 
Algo que, curiosamente, marca todas as mulheres - e eu falo por 
experiência própria e das mulheres que me são mais próximas - 
é a compra dos seus primeiros sapatos. É algo que não se esquece. 
As mulheres sentem uma espécie de afirmação da sua independência  
a quando a aquisição dos seus primeiros sapatos e é algo que fica para sempre.
Os sapatos deixam de ser um mero objecto para tapar e proteger os pés
para serem um verdadeiro objecto de culto e expressão da personalidade da mulher.





O que é mais curioso é que passa a ser quase que um código aceite 
naturalmente pela sociedade - homens e mulheres - e se estas os usam 
para expressar sinais, aqueles usam-nos para reconhecerem esses mesmos sinais.
 Vamos ainda mais longe! Não precisamos de ser psicólogos, 
sociólogos ou antropólogos para perceber que acima de tudo os sapatos 
das mulheres falam uma linguagem única e simples: a linguagem do sexo. 
Uma mulher de vestido preto, simples, de saltos altos vermelhos 
e a mesma mulher, com o mesmo vestido, de sabrinas pretas. 
Está a visualizar? Pois, acho que percebe o que lhe estamos a dizer. 
Na verdade qualquer mulher se sente imediatamente mais irresistível e 
sexy com um par de saltos altos.  Um vestido ultra-sexy ou 
uns brincos extraordinários? Não. O reflexo da personalidade de uma mulher, 
do seu estado emocional e daquilo que pretende transmitir aos outros 
começa lá em baixo - nos pés. 
Através dos sapatos que usa uma mulher consegue transmitir vários 
aspectos da sua personalidade: atlética, artística, conservadora, 
arrojada, divertida, feminina.
Para além de tudo isso, a compra de sapatos acaba por funcionar 
como uma espécie de "catarse" para a maioria das mulheres. 
O que faz quando está deprimida? Compra sapatos.





Os sapatos são a compra mais fácil para qualquer mulher: 

não lhe diz que está com quilos a mais, com o peito pequeno 

ou com a anca larga; não lhe diz que tem a pele demasiado pálida 
ou as olheiras salientes, não lhe grita aos ouvidos que precisa de
ser mais alta para usar aquilo. Na verdade os sapatos têm a vantagem de 
serem sempre do mesmo número e por isso... caberem sempre!

fonte internet

A origem da mulher










Existem várias lendas sobre a origem da mulher.
Uma diz que Deus pôs o primeiro homem a dormir,
 inaugurando assim a anestesia geral.
Tirou uma das suas costelas e, com ela, fez a primeira mulher.
A primeira provação de Eva foi cuidar de Adão
e aguentar o seu mau humor enquanto ele convalescia da operação.

Uma variante desta lenda diz que Deus, que já tinha
ultrapassado o prazo da Criação, fez o homem à pressa,
pensando "OK. Depois eu melhoro". Mais tarde, com o tempo, fez uns melhoramentos, a que chamou mulher, que é "melhor" em aramaico.

Outra lenda diz que Deus fez a mulher primeiro.
Esmerou-se nas suas formas. Aparou aqui e tirou dali,
e com o que sobrou fez o homem. Só para aproveitar o barro.

Em certas tribos nómadas do Médio Oriente, ainda acreditam
que a mulher foi, originariamente, um camelo, que na ânsia de servir seu mestre se foi transformando até adquirir sua forma actual.
No Extremo Oriente, uma lenda considera que as mulheres
caem do céu, já de kimono.

Já no Ocidente, persiste a crença de que mulher se compra através de anúncios, normalmente via telefone, podendo-se escolher idade, cor da pele e o tipo de massagem.

Todas estas lendas, claro, têm pouco a ver com a verdade científica.
Hoje sabe-se que o homem é o produto de um processo evolutivo que começou com a primeira ameba a sair do mar primevo.
É descendente directo de uma linha específica de primatas, tendo passado por várias fases até atingir o seu estado actual.
Aí encontrou a mulher, que ainda ninguém sabe, realmente, de onde veio.


(source: flipvinagre.blogspot.com)
e

Portais WS


Para saber se você é dependente


Teste do Grupo Mada
( Mulheres que amam demais )



Se um indivíduo é capaz de amar produtivamente, ama a si mesmo; se somente sabe amar às outras pessoas, não sabe amar em absoluto.

Responda, sinceramente:
1) Torno-me obsessiva com os relacionamentos?
? Sim ? Não
2) Nego o alcance do problema?
? Sim ? Não
3) Minto para disfarçar o que ocorre numa relação?
? Sim ? Não
4) Evito as pessoas para ocultar o problema?
? Sim ? Não
5) Repito atitudes para controlar a relação?
? Sim ? Não
6) Sofro acidentes devido à distração?
? Sim ? Não
7) Sofro mudanças de humor inexplicáveis?
? Sim ? Não
8) Pratico atos irracionais?
? Sim ? Não
9) Tenho ataques de ira, depressão, culpa ou ressentimento?
? Sim ? Não
10) Tenho ataques de violência?
? Sim ? Não
11) Sinto ódio de mim mesma e me auto- justifico?
? Sim ? Não
12) Sofro doenças físicas devido à enfermidades produzidas por stress?
? Sim ? Não
Se você respondeu afirmativamente a três das doze perguntas, é uma mulher dependente das pessoas.


fonte:
http://www.grupomada.com.br


RESUMO HISTÓRICO 

DO SURGIMENTO DO DIA INTERNACIONAL DA MULHER



Breve histórico do surgimento do Dia Internacional da Mulher

1691 - Estados Unidos -
As mulheres votam no Estado do Massachussetts.
 Perdem este direito em 1789.




1788 - França -
Condorcet, filósofo e homem político francês, 
reclama para as mulheres o direito à educação, à participação na 
vida política e ao acesso ao emprego.






1792 - Reino Unido -
Mary Wollstpnecraft pioneira da ação feminista,
 publica uma vindicta das Mulheres.






1822 - Portugal - 
Primeira Constituição Liberal. 
Tanto esta Constituição como as seguintes afirmam. 
que a lei é igual para todos, sem referência especial às mulheres.






1840 - Estados Unidos - 
Lucrécia Mott lança as bases de 
Equal Rights Association pedindo a igualdade de direitos para 
as mulheres e para os negros. 






1857 - Estados Unidos - 
No dia 8 de Março, em Nova Iorque, 
greve das operárias têxteis para obter a igualdade de salários 
e a redução das horas de trabalho, para 10 horas por dia. 






1859 - Rússia - 
Aparecimento de um movimento feminino 
em St. Pctersburgo para a emancipação da mulher. 







1862 - Suécia - 
As mulheres votam nas eleições municipais. 







1865 - Alemanha -
Louise Otto funda a Associação Geral das Mulheres AIemãs.





1866 - Reino Unido - 
John Stuart MIII, filósofo e economista inglês,
 reclama o direito de voto para as mulheres.





1868 - Reino Unido - 
Criação da Sociedade Nacional para o Sufrágio Feminino. 






1869 - Estados Unidos - 
Nascimento da Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres. 
O estado de Wyoming concede o direito de voto às mulheres 
para atingir o número de eleitores necessário para entrar na União. 






1870 - França e Suécia -
 As mulheres têm acesso aos estudos médicos. 
- Turquia - Inauguração de uma Escola Normal destinada a formar 
professoras para as escolas prirnárias e secundárias para mulheres. 






1874 - Japão -
Abertura da primeira Escola Normal para mulheres.






1878 - Rússia - 
Abertura da primeira Universidade feminina em St. Petersburgo. 






1882 - Estados Unidos - 
Susan B. Anthony funda o Conselho Nacional de Mulheres, 
tendo como patrono Victor Hugo; o célebre escritor era então
um dos chefes do Partido Republicano. 






1893 - Nova Zelândia - 
Concedido o direito de voto às mulheres. 







1901 - França - 
O deputado socialista René Viviani, sustenta pela primeira vez um 
debate sobre o direito de voto das mulheres.







1909 - de acordo com a declaração do Partido Socialista Americano, 
o 1° Dia Nacional da Mulher, nos Estados Unidos, 
foi realizado no dia 28 de fevereiro. 
As mulheres continuaram celebrando o seu dia no último domingo 
do mês de fevereiro até 1913.






1910 - O encontro socialista internacional, realizado em Copenhagen, 
estabeleceu o Dia da Mulher, em caráter internacional, para homenagear
o movimento pelos direitos da mulher e de voto.
A proposta foi aceita por mais de 100 mulheres de 17 países presentes
a conferência, inclusive as 3 primeiras mulheres eleitas para o
Parlamento Finlandês. Não foi fixada nenhuma data específica.






1911 - Como resultado das decisões tomadas em Copenhagen no 
ano anterior, foi marcado pela primeira vez como Dia Internacional da Mulher, 
o dia 19 de março, na Austria, Dinamarca, Alemanha e Suiça, 
aonde mais de 1 milhão de mulheres e homens participaram de 
manifestações. Além do direito de voto e de participação pública, 
foi pleiteado o direito de trabalhar, de treinamento vocacional 
e do fim da discriminação no trabalho.






1913-1914 - Como parte das manifestações pela paz, 
às vésperas da Primeira Guerra Mundial, as mulheres Russas 
comemoraram o seu primeiro Dia Internacional da Mulher no
último domingo de fevereiro de 1913. No restante da Europa,
no próprio dia, ou por volta do dia 8 de março, 
as mulheres promoveram manifestações em protesto a guerra, 
bem como em solidariedade às suas irmãs.






1917 - Com 2 milhões de soldados russos mortos durante
a guerra, as mulheres Russas novamente escolheram o último domingo
de fevereiro para fazer greve por "pão e paz". 
Líderes políticos opuseram-se ao momento da greve, 
mas, as mulheres fizeram suas manifestações mesmo assim. 
O resto é histórtia: 4 dias depois o Czar foi forçado a abdicar 
e o governo provisório garantiu às mulheres o direito ao voto. 
Aquele domingo histórico ocorreu no dia 23 de fevereiro 
do Calendário Juliano - em uso na Russia - mas, 
no dia 8 de março do Calendário Gregoriano em uso nos outros lugares.



(fonte: extraído de texto publicado pelo 
"United Nations Departmento of Public Information-DPI/1878-January 1997")









DIA INTERNACIONAL DA MULHER - PORQUÊ O DIA 8 DE MARÇO 



Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica 
de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, 
para reivindicarem a redução de um horário de mais de 
16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, 
recebiam menos de um terço do salário dos homens, 
oram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, 
e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. 
Em 1910, numa conferência internacional de mulheres 
realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, 
comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". 
De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher 
tem tomado forma, tanto no Brasil como no resto do mundo. 



O QUE SE PRETENDE COM A CELEBRAÇÃO DESTE DIA 



Pretende-se chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher 
e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa humana, 
para que todos e todas percebam o papel das mulheres na sociedade, 
contestem e revejam preconceitos e limitações que vêm infelizmente 
ainda sendo impostos à mulher.