Aqui são edições, selecionadas pela owner/fundadora do grupo Amor em Palavras em 30 de março de 2004,também pode haver edições de grupos amigos.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

VOLTANDO  AO  LAR

E diante do flagelo, uma alma se corrói,
Grita por ajuda bem diante do incerto,
Some o chão sob seus pés, tudo se destrói,
Sem receber socorro sente seu fim perto.

Lembra sua infância, sua mãe lhe dando colo,
Juventude que se vive, nem tudo é fantasia;
Um preço alto demais cobrando por seu dolo,
Seu corpo desobediente, como fosse tirania.

Fumaça sufocante, tão confuso é o ambiente...
E a fumaça se esvai, começa então a clarear,
Uma mão que se estende diz: vem com agente.

Levanto e respiro; já posso agora caminhar,
A nitidez dos olhos: Deus ! mas quanta gente !
E compreendo finalmente: eu voltei pro lar.

visite:


sábado, 26 de janeiro de 2013



SER SENSÍVEL...
 
Ver a beleza, pela essência
do olhar mostrando a força
do amor, sem amarras sutís.
É preciso ter nos recônditos
do interior a beleza infinita
  para um real amor.

Beleza física, todos gostamos
de ter e ver, mas é preciso ser
mais, ir além, ser profundo ter
paixão, mas ter bom senso...
Nada se iguala, a sinceridade.
 
Por sorte alguns vêem essa
 natureza, mistériosa de encantos
verdadeiros, que tanto buscamos
Então ser sensível é importante.
 
Porque mulheres, mostram sempre 
o que querem mostrar e ocultar .
Os homens enxergam  o que buscam.
Quem busca superficialidade
a encontra....

 
Quem busca também a belesa
 interior em  profundidade...
Verdade encontra na intensidade
de um amor e amizade, mais que
verdadeiros!
 
Wilma Lúcia

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013



LEMBRA DE MIM?
Mavi Lamas
 
 
Lembra de mim?
Dos meus olhos compridos
buscando ao sol  a sombra tua ?
Dos meus sonhos guardados...
do meu cheiro de lua?
Lembra do carinho da gente?
Lembra assim de repente
Do meu beijo quente?
Lembra do brilho da estrela cadente
Que faiscou tão contente
E se apagou num repente?
 
Lembra dos dias  felizes
Das tardes de outrora ?
Eu girava e ... ainda me agito
Conduzida pelo redemoinho
da poeira da alegria que me habita
Lembra de tudo que eu disse?
Lembra da minha idiotice?
Do meu insofismável desejo
de ser a primeira dama
Aí...bem dentro de ti ?...
 
Fiquei assim...dançando
na ciranda dos fatos
E seus caminhos infindáveis
Algazarra no esquecimento...
Não sem antes ver desfilar
respeitoso ao ritmo
seu rosto imaculado
a boca e o indiscutível farnezim 
sem pressa de marcá-lo
No apelo de um beijo
Da minha boca carmezim...






A LIÇÃO DO EXEMPLO
Redação do Momento Espírita
http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=3736&stat=0

A doutora Elisabeth Kübler-Ross ficou conhecida, no mundo inteiro, por ter tido a ousadia de falar a respeito da morte e do morrer, um tabu para a maioria das pessoas.
Num momento em que alguns países aprovavam leis que permitiam a eutanásia a doentes ditos irrecuperáveis, ela ensinou como se deve aguardar o momento justo para morrer.
Após alguns derrames, ela ficou totalmente dependente do auxílio alheio. Um processo que, aos poucos, vai minando as faculdades, em especial a paciência, a resistência.
Mas ela afirmava que estava aprendendo as lições da paciência e da resignação, dia a dia.
Sofrendo dores constantes e se sentindo muito fraca, aguardava ansiosa a partida para o mundo espiritual, a vida verdadeira.
Dizia ter muitas lições finais a aprender e que, apesar de todo o sofrimento que enfrentava, era contra aqueles que tiram a vida das pessoas, de forma prematura, apenas porque elas estão sentindo dores ou desconforto.
E ela sabia do que estava falando. Seu calvário não teve limites. Uma mulher totalmente independente e ativa, ficou limitada a uma cama e uma cadeira de rodas.
Acabou-se a privacidade, pois as pessoas entravam e saíam do seu quarto o tempo todo. Em alguns dias, a casa estava cheia de visitas. Em outras, ficava quieta demais.
Enquanto aguardava o abraço caloroso da morte, ela meditava e ensinava.
* * *
Por mais difíceis sejam as lições, é preciso aprender, porque a finalidade da vida é crescer. Cresce-se com o cultivo da inteligência, o aprimoramento dos sentimentos. Nada acontece por acaso.
Depois de passar por todas as provas para as quais fomos mandados à Terra, então poderemos voltar ao mundo de origem, que é o mundo espiritual.
Poderemos sair de nosso corpo, que aprisiona a alma como um casulo aprisiona a futura borboleta e, no momento certo, deixá-lo para trás.
E estaremos livres da dor, livres dos medos e livres das preocupações... livres como uma linda borboleta voltando para casa... em um lugar onde nunca estaremos sós, onde continuaremos a crescer, a cantar, a dançar, onde estaremos com aqueles a quem amamos e cercados de mais amor do que jamais poderemos imaginar.
Não importam as circunstâncias, não importa o que digam, a vida deve ser vivida em totalidade. Até o último momento.
As derradeiras horas de um agonizante podem lhe servir para se reconciliar com alguém, para dar uma última instrução, para receber mais um abraço.
* * *
Um minuto na vida de cada pessoa é tempo precioso para o Espírito em resgate abençoado.
Quando o homem, esclarecido pela fé religiosa, com fundamento na imortalidade da alma, se compenetrar de sua responsabilidade e do dever de caridade, deixará de lado, definitivamente, a eutanásia.
Tudo fará, então, para cooperar com aqueles que se encontram nos derradeiros momentos de existência que a Justiça Divina concede para a conquista da paz interior e da própria evolução.
Redação do Momento Espírita, com base nos caps. 39 e 40, do livro A roda da vida, de Elisabeth Klüber-Ross, ed. Sextante e no cap. 14, do livro Após a tempestade, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 25.1.2013

Com esta mensagem eletrônica
seguem muitas vibrações de paz e amor
para você





( Fatos reais )
AMO SÃO PAULO
by Catherine Roos.

Muita gente acha que depois de um certo tempo a gente não se recorda do que acontece quando somos pequenos, mas eu me lembro de muita coisa! Quando tinha uns 04/05 anos de idade, cheguei em São Paulo.
Fui a vários pontos turísticos da cidade, de tudo o que vi e não vi, muitos lugares ficaram marcados em minha mente. 
E de todos que não vi, logo que cheguei, o que mais marcou-me foi a Catedral da Sé. 

Até então eu só a tinha visto em revistas, fotos, e achava tudo muito lindo e sabendo-se disso, levaram-me para conhecer, ver de pertinho o que eu achava que já conhecia. Chegando na praça da Sé fiquei encantada!
Naquele tempo era tudo mais tranqüilo do que hoje evidentemente (se passaram mais de 40 anos desse dia até o dias de hoje).
Ali havia grandes árvores, pessoas que desde aquela época andavam apressadas pra lá e pra cá.

Me vi deslumbrada com a Catedral a minha frente!
A igreja do bairro em que morava, tornava-se uma "casinha" muito pequena diante daquele "monumento" todo cinza, com degraus tão grandes!

Tomada pela minha mão pequenina, fui encaminhada pra a entrada. Ali na porta principal havia um guarda, não me lembro direito da cor do "uniforme" dele (foi assim que me referi à roupa dele)... não tenho certeza hoje se era azul marinho ou preto, mas com certeza era de cor bem escura! Suas luvas brancas ressaltavam de todo o traje!
Enquanto me dirigia a entrada eu o observava e notei que além de uma postura elegante e cordial, ele era muito educado!
Ele abria e fechava a imensa porta de jacarandá, para quem estivesse entrando ou saindo.
Eu achei aquilo lindo!

Chequei frente a frente para com o "guarda da igreja"!

E como criança inocente, mas educada severamente a moda antiga, chego pertinho do "guarda", dou um puxãozinho na perna da calça dele, sorrindo inocentemente e feliz por estar realizando o desejo de conhecer a "grande igreja" digo à ele:
___ Bom dia, seu guarda!
Ele me sorri também, com seus dentes branquíssimos, e corresponde ao meu bom dia! 
Mas quando dou o decisivo passo que me levaria para dentro da "grande igreja", ele me barra dizendo:

___Você é muito linda menina!
Respondi um "bigadu" e ia novamente me encaminhando para entrar e ele novamente me barra e diz:

___ Você é linda menina, mas não poderá entrar!
Eu com cara de criança assustada perguntei:

____"pruquenaumpossuentar"?
____Porque é menina e está de calças de menino, menina aqui não entra com calças de menino!
E eu manhosa fazendo beicinho, quase chorando:
____"to dicarça cumprida pruque tá frio, ma so menina sim!!!!!"
____Eu não posso deixar você entrar vestida assim, todo mundo está vendo que você é uma linda menina! E porisso mesmo, eu não posso deixar você entrar! Se eu deixar e o padre ver ele vai me mandar embora!

Eu chorando copiosamente, como se tivesse perdido um bem mais que precioso, comecei a descer as escadas enquanto dizia ao "seu guarda" que o "papaidocéu" ia ficar triste com ele, o guarda! É claro que depois levaram-me novamente e por várias vezes à Catedral da Sé.

Com o passar dos anos, tudo foi se transformando, se atualizando e hoje as mulheres entram na Catedral vestidas seja com saias, mini-saias, shorts, calças compridas, vestidos curtos ou longos...tudo mudou...


Jamais esqueci esse episódio de minha infância! Estudei algum tempo em colégio de freiras, fui frequentadora das missas aos domingos. Viajei, andei por muitos lugares, conheci muitas outras igrejas grandes e pequenas....Mas jamais esquecerei esse dia! 

Acredito até que foi uma primeira lição de vida! Sim, para mim foi! Pois eu queria muito entrar lá e não pude! Aprendi nesse dia, que existem regras, normas feitas pelo homem que devem ser respeitadas, para assim nos tornar parte integrante da sociedade.

Aprendi que se pode querer algo e não conseguir no exato momento em que queremos, mas que podemos tudo conseguir se realmente quisermos!

Não esqueci esse dia, como também não esqueci quando lá retornei em uma bela tarde de sol, com um vestido de seda cor-de-rosa, os longos cabelos loiros penteados em cachinhos, brilhantes na luz do sol, sapatinhos brancos e meias brancas rendadas, chego novamente bem pertinho do "guarda" e digo a ele com o maior sorriso que meu rosto podia mostrar:

____"Seu guarda" sou aquela menina, que o senhor "otrodia" não "dexô" entrar!
E ele me respondeu:
____Menina linda! Você hoje com esse vestido está mais loirinha ainda!Entre! Entre! 
O padre vai pensar que um anjo descido dos céus e está entrando na igreja!!!

                                                                                 janeiro/2004


Publicado no site: O Melhor da Web em 23/05/2009 
Código do Texto: 26848


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

SAUDADE DE ALGUÉM ESPECIAL...
 
 
(HILDA ROSA)
 



 
Tão triste essa saudade deixa lágrimas,
molha meu rosto limpando meu sorriso.
Transborda meu coração
de uma dor que deixou vazio.
Tira o colorido do meu dia,
e escurece o momento vivido.
 


Publicado no Recanto das Letras
código do texto:  T3335645




Amanhecer em ti
Iára Pacini


Doce presença delírio
Perfume de pele desejo
Espero nas estrelas
Colorido de teu olhar.
  Sensível céu
Teu universo
Corpo oblíquo
À deriva em ânsia
Acarinhando luminoso
Move-se a luz
Cintila nossa história.

Beijos quentes
No alpendre aos abraços
Entrelaçados em amor
O presente voa
Liberta treme
Fachos despidos coloridos
 Mãos acarinham nossa história

Em brasa entregues a noite
Espalha perfume
Cobrindo folhas soltas no jardim
Desejos consentidos
Quebram o sopro das amarras
Exalando e inundando nossos corpos
Lençóis de cetim
À clara luz do amanhecer
Em serenata essência de emoção
Pouso amanhecendo em teu coração



Carregando sonhos

Um homem segue pela rua,
Leva consigo o sorriso do bem,
Alma límpida, sem rusgas, nua,
Tal qual alma que ninguém tem...

Nas mãos um embrulho, um pacote,
Talvez um presente, quem saberá ?
Podem ser orações de um sacerdote,
Mas, a quem este homem os levará ?

Observo seu caminhar seguro, indiferente,
Marchando com se fosse um soldado.
Nada diz enquanto caminha, segue silente,
Passos largos, pés firmes, moldado.

De repente para, se mantendo calado,
Vira-se para mim e sorri, um riso amarelo:
Era eu quem caminhava assim tão rasgado,
E levava meus sonhos, os sonhos que velo...

Ervin Figueiredo

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013



Alma de Mulher
Simples mulher
Jose Balbino de Oliveira
Catherine Roos.


De mulheres não falo
 Porque falar de mulher
 É como chover no molhado,
 Mulher é mulher, e finito!



Não é preciso falar
É melhor se calar!
Mulher é um ser encantado,
Mulher é simplesmente...mulher!

São fúteis?
 É porque soltam a imaginação procurando o belo,
 E percebem novas maneiras de encontrar felicidade.
 Fazem piruetas no éter, pintam e bordam no arco íris
 Dançam um pás de deux com um querubim,
 Para tanto.


Somos fúteis?!
Jamais! Nossa imaginação viaja...
E descobrimos novas maneiras, até para amar!
Buscamos a felicidade, em todo lugar,
Fazemos o homem crer, no que queremos que creia!

Não seria para tanto!...mas fazemos...



Sinceras?
 Morrem afogadas no fundo do poço,
 Acreditando no grande amor.
 Morrem angelicalmente se acreditam,
 Neste imenso amor!


Se somos sinceras?!
Ahhh! somos e como somos!
Acreditamos com fé e ardor!!!
Se trair, nossos sentimentos, quem morre é você!
Meus sentimentos são verdadeiros,
Chegam a ser angelicais...todavia...


São cruéis?
 Que nada, sua crueldade não vai alem de um beliscão,
 Na hora certa, no lugar errado.
 Seu ódio se esvai em um baile de máscaras
 Onde vingam tudo!


Cruéis?! será que somos?!
Só um beliscão?! Não acredita nisso não!
Na hora certa, no lugar errado, cuidado!
Lhe tiramos do "armário", rasgamos tua fantasia,
Vingança?! que isso! jamais lhe daremos perdão!

Nos caminhos para a paz
 Nas nescessidades das guerras,
 Elas sempre estão lá, contemporizando!
 Um sorriso aquí, um carinho alí,
 E salve elas!
 
Somos da paz!
Se preciso, partimos pra guerra,
Lutamos, por nossos ideais!
Somos paz e amor
Mas, não duvide! Somos guerreiras, sem medo da dor!

Tentei em vão decifrar este ser
 Que intermedia o profano e o sagrado;
 A diplomacia entre o homem e Deus,
 E compreendí um pouco que:
 
Mulher, não tem explicação!
Somos um ser sagrado,
Criado por Deus,
Com o dom da procriação,
E nem sempre nos fazemos, entender...

É leve a alma da mulher, e fácil de capturar,
 Num suspiro ela se solta, e está no ar !!!


Nem sempre tão fácil, quase sempre a sonhar,
Suspirando e imaginando, um príncipe encontrar!!!

 
Enviado por Jose Balbino de Oliveira em 12/05/2009 
Alterado em 12/05/2009

Atrevidamente em dueto by Catherine Roos. em 20/01/2013
Formatado sob a ótica de Catherine Roos.

"Toda grandeza deste mundo não vale tanto quanto um bom amigo"
Voltaire

Quanto vale um amigo?
Catherine Roos.


quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Quisera...
Socorro Lima Dantas



Quisera um dia  te encontrar,
para te falar tudo o que eu não falei.
E se este sonho acontecer,
o meu amor eu irei te declarar.
Falarei das cartas que te escrevi,
guardadas, ficaram...
e eu, sem coragem, não te entreguei !
Confessarei da minha solidão,
vivida sem ti, há tanto tempo...
Tudo isto eu te revelarei.
Ah, como eu quisera !
Dar-te o beijo de amor
que eu não te dei,
abraçar-te com a paixão mais ardente
que eu não te demonstrei,
fitar os teus olhos como nunca fitei,
e te falar de uma só vez,
que eu ainda te amo !
Eu preciso te encontrar,
para viver este amor  guardado,
este afeto há tanto tempo cultivado,
e na esperança de um reencontro,
eu te direi com ardor, 
que conservei o coração despedaçado
longe do teu, em dor, triste,
resistindo em silêncio,
a espera deste momento de coragem,
para revelar este amor tão grande
e te entregar este afeto de uma vez.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013


 Mágoa 


     Falas de mim
     Porque não se esqueceu
     Do grande amor
     Que ainda não morreu

     Falas de mim
     Como se eu fosse alguém
     Que nunca te amou
     Que nunca foi teu bem

     Vou publicar
     Nos muros da cidade
     Teu coração
     Ferido de saudade

     Vou dedurar
     A causa do rancor
     A mágoa disfarçada
     Do nosso grande amor .



     Jose Balbino de Oliveira

     www.macacosecolibris.com




Me basto...
HildaRosa
Dizer que sou só, não sou.
Amar quem muito me ama, me amo.
Não me faço sofrer.
Não vou me entristecer.

Minh’alma liberta
Correr   sem  fronteiras,
sem   preconceitos.
Não me intimido.
Não me deixo abater se desventura viver.

Meu amor, meu carinho reparto.
Quero enfeitar meu rosto com sorriso,
Iluminar meu olhar na luz do luar,
Vivendo o dia como o sol,
dançar   como o vento.

Fazer da vida um farnel de delicia
e passear pela vida como criança feliz.
 
Enviado por Hilda Rosa em 15/01/2013
Código do texto: T4086968


Nós dois para sempre

Candy Saad

Tantos caminhos por nós trilhados...
Insensatas noites escuras e sem brilho
Solidão falando alto ao coração...
Mas,assim como a noite torna-se amanhecer
Nossas almas que sonharam juntas estar
voltaram a se reencontrar,
para provar que o amor existe...
Silenciosas orações á Deus fizemos,
agradecendo esse bendito mistério.
Teu amor construiu fortes pontes ,
ajudou-me atravessar margens estreitas...
Chegamos juntos!
Sou tua metade!
Sem você não viverei o sol da manhã...
Encontramos juntos a mais bela e pura
centelha divina de amor.
Nossas almas brilham com a luz,
 harmonia e paz desejadas...
Nos libertam de medos e nos fazem ver
que viveremos esse amor,
nos dois para sempre.
 
           
Recanto das Letras
Código do texto: T1554341


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013


Aos boêmios da Internet, 
Cibernautas, Poetas, e Poetisas
Este ano está quase a findar,
mas a nossa guerra, contra as mentes cruéis,
deve continuar.
Espero um novo ano cheio de batalhas,
onde nossas balas de amor,
ganhem ainda mais valor, atingindo os cruéis,
todos que vós sabeis.
Esperando que nossas acções
sejam capazes de colunar nessa gente
que só sabe manejar canhões,
uma luz radiante de boas intenções.
Para vocês poetas que a cada dia trabalham,
para entrar em nossos corações,
a mais bela e pura Poesia.
Poetas, o meu grande obrigado,
esperando que este ano que está a findar,
tenha sido o mais safado.
Para todas as Poetisas
o meu mais terno beijo molhado e obrigado...
Para os Poetas o meu abraço muito apertado,
deste vosso amigo...



Por: Armando C. Sousa



Descrevo a vida
 
Descrevo a vida com belas palavras,
uso frases floreadas, alegria e contentamento.
Viver é uma arte fina, que todos podem desfrutar.
Basta saber dosar, o querer e o ter,
o ter e o ser.

Assim, quem se contenta com o que tem,
segue conquistando muito além,
e quem não se contenta, vive com um vazio na alma,
nada sacia, nada revigora, nada contenta.
Descrevo a dor com palavras curtas.
Na verdade, uso até apelidos meio chulos para lidar com ela.
Trato-a como se fosse um hóspede passageiro na minha casa.
Sei que está ali, mas que em breve vai partir.
Por isso, comemoro antecipadamente a partida da dor.
E não faço questão nenhuma de me demorar nela.
Da dor retiro as lições importantes e é só.
Assim, a vida, que é o sentido maior, se torna sempre festiva.
E não tem tempo para a dor e a melancolia.
Descrevo por fim o amor.
Esse sentimento que não mede palavras.
Todo superlativo é pouco, e os adjetivos,
incapazes de descrevê-lo tão bem.
Amor é oração, dessas que guardamos na memória e invocamos sempre.
Com amor, tudo faz sentido, tudo se perdoa, se releva e se revela.
Sem amor, nada compreendemos, a alma emburrece, o dia anoitece,
nada se esclarece e o sofrimento é inevitável.
Triste de quem vivem sem amar,
Pessoa amarga, quase que intragável…
Descrevo você como pessoa importante, gente que merece ser feliz.
E se está passando por algum momento duro, prova ou luta difícil.
Chamo a sua atenção para a grande verdade que não se esconde:
Use palavras de otimismo para chamar a vida de minha amiga.
Não se fixe na dor,
e nunca, em hipótese nenhuma,
deixe passar a oportunidade de se viver em Jesus... de se viver o Amor.
Paulo Roberto Gaefke



*********
 
Poesia, alma dos poetas

Hilda Rosa

A poesia muitas vezes arredia,
vem em agonia,
triste melancolia,
mas muitas em alegria.
Desenha rendas em paisagem de papel
nas alvas nuvens no céu.
Salpica cores em tela de pensamentos.
Faz sons nas folhas secas caídas ao chão.
Traça serenamente detalhes de um rosto querido.
Descreve saudades e colore lágrimas caídas,
de um olhar entristecido.
Navega em emoções de loucura e de paixão.
Góticas da escuridão de um pântano.
Mágicas de luzes riscadas na poeira
de um bosque florido.
Muitas vezes procurando palavras,
rimas de um soneto,
mas sempre no amor faz parada.
Ah poesia dos poetas!
Num palavreado rabiscado
dos incautos apaixonados,
faz suas canções e pincela com delicadeza
nas batidas do coração.
Ah!Poesia ,
própria alma do poeta.

 *************